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sábado, 28 de outubro de 2017

MENINA DA DINDA

Cabelo vermelho, rosto afogueado
olhinhos sapecas, gestos afobados,
pulas, gritas, corres, sapateias...
tens teus momentos de quietude
guriazinha querida, que me enleias
Carolina linda da dinda.


1988

(Para minha querida afilhada que, à época, era pouco mais que um bebê.  O tempo passou e esqueci-me de lhe entregar o poemeto, que aqui vai).

sábado, 4 de junho de 2011

CHAMA

 


                        Teu olhar se perdeu por este tempo afora
Não vejo nele o que via outrora
Foste tu quem foi embora
Ou fui eu que fiquei cega agora?

(Julho/1988) (foto de Athena)